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quarta-feira, 6 de abril de 2016

#PONTO DE VISTA

  OS SETE ERROS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Olá amigos!  A convite do Santa Quitéria No Ar a partir de agora passarei a também publicar matérias como colunista deste importante meio de comunicação da porção norte/sertão central do nosso Ceará. Neste primeiro post de estreia trarei como tema o primeiro de sete grandes erros da administração pública.Pelas próximas semanas novos fatos citando pontos de vista para com a gestão dos bens e recursos públicos em nosso pais serão publicados neste sítio virtual.

Como primeiro erro que possamos listar entre os sete principais cometidos pela administração pública em grande parte do Brasil estão a contratação em massa de profissionais temporários para suprir carências de funções de excepcional interesse público.Em muitos municípios, inclusive os do Ceará, as famosas contratações temporárias é prática comum em muitas prefeituras.

 Na maior parte das cidades, mesmo conhecedoras da carência de profissionais no rol de seu quadro funcional efetivo/estatuário muitos gestores preferem realizar centenas de contratos com pessoas físicas ou terceirizar a mão de obra por meio outras empresas, principalmente nas áreas da educação, onde motoristas e professores mesmo com necessidade continua dentro da municipalidade são admitidos em regime temporário a cada nova gestão. 

Nas áreas da saúde, limpeza pública e serviços gerais a situação é a mesma e devido o troca-troca ações programas e projetos nem sempre apresentam o resultado esperado ou logram êxito devido o entra e sai e consequente substituição de funcionários que quando ingressam na administração pública tendem a começar tudo do zero o que impossibilita a referência e também plena qualidade na prestação dos serviços. Essa situação rotineira poderia ser solucionada com a simples realização de concursos públicos que em muitas cidades levam até dez anos para serem lançados e/ou necessitam de decisão judicial para sair do papel. Enquanto para muitos prefeitos a solução  tem sido realizar seleções simplificada, para muitos formadores de opinião esta prática não passa de uma medida paliativa que não ameniza, nem tão pouco  resolve um problema crônico e que dificilmente é listado como objeto de campanha nos planos de governo.

Por.Francisco Freire
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